Samara Matos – Integrante-bailarina do Corpo Coreográfico da Fanfarra Tereza D’Ávila do Município de Marituba
A minha experiência em relação a Bandas e Fanfarras começou muito antes da criação do corpo coreográfico FANTED. Nesta mesma banda, participei como pratista (instrumento prato) por quatro anos, no qual adquiri técnicas importantes para a execução musical do instrumento, ou seja, havia coreografias marciais que aconteciam simultaneamente. Com minhas vivências no ballet clássico, sentia a necessidade dehaver um corpo coreográfico na FANTED, no qual tenho um apreço enorme, por ser discente desde a alfabetização até o convênio. Em 2008, enfim, foi criado o corpo coreográfico. Porém, um ano antes tudo foi organizado e sistematizado pela diretoria para a criação da linha de frente completa (Pelotão Cívico, Estandarte, Corpo Coreográfico, Balizas Masculino e Feminino, Mor e Corpo Musical, ou seja, a fanfarra em si). Automaticamente, integrei ao corpo coreográfico, no qual me senti contemplada, uma vez que faço parte da dança. As experiências adquiridas foram de suma importância, no que diz respeito a aprimoramento de técnicas tanto de dança quanto da marcialidade.
O processo de criação do corpo coreográfico da Fanfarra Tereza D’Ávila no ano de 2008
A priori, o processo de criação começou com a divulgação do que é um corpo coreográfico e linha de frente, a fim de um melhor entendimento na transformação que a Fanfarra Tereza D’Ávila iria perpassar. As palestras e reuniões foram de suma importância para com a execução coreográfica de uma fanfarra. Para o fortalecimento do grupo e uma noção básica dessas nomenclaturas, iniciaram-se as composições coreográficas do corpo coreográfico.
O garbo está inserido no aspecto marcial, uma vez que existem dez quesitos subdivididos em duas partes: marcial (garbo, marcha, alinhamento e cobertura e uniformidade) e o coreográfico (criatividade, ritmo, dificuldade técnica, evolução, formação e sincronismo).
Havia uma diferenciação no que diz respeito à marcha, uma vez que alguns integrantes-bailarinos vieram da fanfarra. O Coreógrafo Willen Brasil “impôs” a marcha de ponta (a marcha na mesma altura entre as pernas puxando-a até o joelho, nivelado ao ângulo de noventa graus em ponta), a fim de nivelar a qualidade técnica da mesma.
O processo de criação do corpo coreográfico da Fanfarra Tereza D’Ávila no ano de 2008
A priori, o processo de criação começou com a divulgação do que é um corpo coreográfico e linha de frente, a fim de um melhor entendimento na transformação que a Fanfarra Tereza D’Ávila iria perpassar. As palestras e reuniões foram de suma importância para com a execução coreográfica de uma fanfarra. Para o fortalecimento do grupo e uma noção básica dessas nomenclaturas, iniciaram-se as composições coreográficas do corpo coreográfico.
O garbo está inserido no aspecto marcial, uma vez que existem dez quesitos subdivididos em duas partes: marcial (garbo, marcha, alinhamento e cobertura e uniformidade) e o coreográfico (criatividade, ritmo, dificuldade técnica, evolução, formação e sincronismo).
Havia uma diferenciação no que diz respeito à marcha, uma vez que alguns integrantes-bailarinos vieram da fanfarra. O Coreógrafo Willen Brasil “impôs” a marcha de ponta (a marcha na mesma altura entre as pernas puxando-a até o joelho, nivelado ao ângulo de noventa graus em ponta), a fim de nivelar a qualidade técnica da mesma.
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