quinta-feira, 4 de abril de 2013


6. Estado da Arte e Referencial Teórico


Os referenciais teóricos de maior relevância para com meu objeto de pesquisa foram os artigos de Veronesi (2006) e Cabral (?), no qual estas retratam os aspectos históricos, políticos e sociais das bandas e fanfarras no Brasil, tendo assim, uma contribuição significativa para com a propriedade teórica sobre o assunto.
Fazendo uma intercomunicação direta com Mauss, no qual “[...] Toda técnica propriamente dita tem sua forma. Mas o mesmo vale para toda atitude do corpo. [...]” (2003, p.403), uma vez que estão presentes diferentes técnicas de manuseios e malabarismos com os adereços cênicos inseridos a composição coreográfica.
Para fins de conhecimento aprofundado a nível estadual, tive como indutores o regulamento oficial da Confederação Nacional de Bandas e Fanfarras (CNBF), a Associação Musical da Amazônia (AMA) e as explicações coerentes e experientes do Coreógrafo José Willen Brasil Lima que foram de suma importância para a concretização do meu objeto de pesquisa.
Por fim, tenho Brasileiro e Marcassa (2008) como texto-chave e motivador para amplificação de ideias, conceitos e pré-conceitos a respeitos de bandas e fanfarras, linhas de frente no qual o corpo coreográfico está inserido.

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