4. Justificativa
Minhas experiências na dança me fazem pensar com uma “camaleoa” artística, pois praticava danças populares (boi-bumbá, quadrilha, danças indígenas, carimbó, lundu, etc.) aliadas às práticas básicas da dança clássica. A partir do momento em que conheci o universo marcial de bandas e fanfarras, foi um casamento que deu certo. Com a criação do corpo coreográfico, me senti contemplada, uma vez que a dança estava impregnada e permeava em mim; este campo é diverso, peculiar e híbrido, isto fez com que estas experiências despertassem o “amadurecimento” artístico.
Com a necessidade de enfatizar o universo marcial agregado as práticas da dança, sinto falta de trabalhos na Academia em relação a este tópico, pois as bandas e fanfarras têm um caráter estadual, no qual o Pará é referência para muitos estados por apresentar uma qualidade técnica coreográfica inerente e peculiar nos concursos municipais, estaduais e nacionais. A Academia precisa ter conhecimento desta variabilidade e hibridismo da dança, da música e da marcialidade inserido ao contexto das bandas e fanfarras.
Na dimensão social, enfatizo a importância do reconhecimento do processo de criação coreográfica, a inserção de adereços cênicos para com as composições coreográficas e o produto final assim como a integração da comunidade escolar com a cultura, que pouco era valorizado na Escola. Desta forma, as semióticas de aprendizado são mutáveis e variáveis. A partir do momento em que a sociedade está inserida neste processo, os globos oculares são transformados e voltados para esta questão: a dança e marcialidade como indutor e transformador sociais.
Com a necessidade de enfatizar o universo marcial agregado as práticas da dança, sinto falta de trabalhos na Academia em relação a este tópico, pois as bandas e fanfarras têm um caráter estadual, no qual o Pará é referência para muitos estados por apresentar uma qualidade técnica coreográfica inerente e peculiar nos concursos municipais, estaduais e nacionais. A Academia precisa ter conhecimento desta variabilidade e hibridismo da dança, da música e da marcialidade inserido ao contexto das bandas e fanfarras.
Na dimensão social, enfatizo a importância do reconhecimento do processo de criação coreográfica, a inserção de adereços cênicos para com as composições coreográficas e o produto final assim como a integração da comunidade escolar com a cultura, que pouco era valorizado na Escola. Desta forma, as semióticas de aprendizado são mutáveis e variáveis. A partir do momento em que a sociedade está inserida neste processo, os globos oculares são transformados e voltados para esta questão: a dança e marcialidade como indutor e transformador sociais.
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