1. Contextualização
Histórico das Bandas e Fanfarras
Desde os primórdios da humanidade, observam-se as existências das corporações musicais, que nos dias de hoje é conhecida, também como bandas de música e ou fanfarras. Inicialmente, tinham por objetivo estimular as tropas, durante as guerras e batalhas, bem como alegrar as festas religiosas.
Na atualidade, caracterizam-se, principalmente, pelo caráter cívico - desfiles e eventos comemorativos, como o dia da independência, entre outros. A história das bandas de música nos reporta para os primórdios da humanidade. O homem primitivo, como tambores, para comunicar-se em festividades religiosas e estimular as tropas durante as guerras. Alguns estudiosos revelam que, geralmente, eram os deficientes físicos que tocavam tais instrumentos. Fato, este, observado na época de Napoleão Bonaparte (1769- 1821), o qual a exposição de pessoas mutiladas na guerra desempenhava esse Papel. O Regente e professor de música Pereira (1999) comenta que, lendo Cernicchiaro (1926) verificou que no Brasil, o movimento de Banda de música teve início na época da colonização, com o ensino musical, realizado pelos jesuítas para a população indígena, bem como a primeira informação sobre corporação musical, provavelmente, se encontra em uma crônica de conto Magalhães, a qual expõe a narrativa de um diálogo entre dois jesuítas, Manuel Paiva e Leonardo Nunes:
O padre Manuel de Paiva (que deveria ser um homem de mente extraordinária, usando para o bem a arte musical) recebia em Santos a visita do padre Nunes (Nunes), vindo de São Paulo. Depois do jantar o padre Nunes, maravilhado, escuta uma serenata na vizinhança do convento. Eram os trovadores portugueses e indígenas que mesclavam os próprios cantos com os dos indígenas ( sic ), com boa e civil harmonia. [...] A orquestra já organizada pelo Padre Paiva era um atrativo para os jovens bárbaros, que tinham revelado rara aptidão para a música. ‘São brasis ( sic ) os vossos músicos? Alguns, porém esperamos ter em breve uma Banda completa dos nacionais’. (PEREIRA, 1999, pp. 21-27).
No entanto, subtendia-se que Banda tratava-se de Fanfarras, pela quantidade e qualidade de instrumentos e instrumentistas. Dentre diversos autores e sinônimos aos termos referidos, encontra-se a contribuição de Jacy Siqueira definindo Banda:
(...) além de significar lado, parte, etc., designava também, (...) certos agrupamentos soldadescos destinados a incitar as tropas ao combate e, certamente, impedir que algum indivíduo menos corajoso fugisse aos violentos embates da guerra. (SIQUEIRA, 1981, p. 19).
Na atualidade, caracterizam-se, principalmente, pelo caráter cívico - desfiles e eventos comemorativos, como o dia da independência, entre outros. A história das bandas de música nos reporta para os primórdios da humanidade. O homem primitivo, como tambores, para comunicar-se em festividades religiosas e estimular as tropas durante as guerras. Alguns estudiosos revelam que, geralmente, eram os deficientes físicos que tocavam tais instrumentos. Fato, este, observado na época de Napoleão Bonaparte (1769- 1821), o qual a exposição de pessoas mutiladas na guerra desempenhava esse Papel. O Regente e professor de música Pereira (1999) comenta que, lendo Cernicchiaro (1926) verificou que no Brasil, o movimento de Banda de música teve início na época da colonização, com o ensino musical, realizado pelos jesuítas para a população indígena, bem como a primeira informação sobre corporação musical, provavelmente, se encontra em uma crônica de conto Magalhães, a qual expõe a narrativa de um diálogo entre dois jesuítas, Manuel Paiva e Leonardo Nunes:
O padre Manuel de Paiva (que deveria ser um homem de mente extraordinária, usando para o bem a arte musical) recebia em Santos a visita do padre Nunes (Nunes), vindo de São Paulo. Depois do jantar o padre Nunes, maravilhado, escuta uma serenata na vizinhança do convento. Eram os trovadores portugueses e indígenas que mesclavam os próprios cantos com os dos indígenas ( sic ), com boa e civil harmonia. [...] A orquestra já organizada pelo Padre Paiva era um atrativo para os jovens bárbaros, que tinham revelado rara aptidão para a música. ‘São brasis ( sic ) os vossos músicos? Alguns, porém esperamos ter em breve uma Banda completa dos nacionais’. (PEREIRA, 1999, pp. 21-27).
No entanto, subtendia-se que Banda tratava-se de Fanfarras, pela quantidade e qualidade de instrumentos e instrumentistas. Dentre diversos autores e sinônimos aos termos referidos, encontra-se a contribuição de Jacy Siqueira definindo Banda:
(...) além de significar lado, parte, etc., designava também, (...) certos agrupamentos soldadescos destinados a incitar as tropas ao combate e, certamente, impedir que algum indivíduo menos corajoso fugisse aos violentos embates da guerra. (SIQUEIRA, 1981, p. 19).
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